MP diz que servidores se cadastraram na Blaze para reunir provas em ação contra Virginia Fonseca
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) informou que servidores se cadastraram na plataforma de apostas Blaze para monitorar o funcionamento do serviço e coletar provas que embasam a ação civil pública movida contra a empresa e a influenciadora Virginia Fonseca. Segundo o órgão, a medida permitiu reunir e-mails promocionais e outros materiais que, na avaliação dos promotores, indicam estratégias de marketing consideradas abusivas e capazes de estimular apostas por meio de promessas de ganhos fáceis e senso de urgência.
A ação pede que a Justiça condene solidariamente a Blaze e Virginia Fonseca ao pagamento de R$ 120 milhões por danos morais coletivos, além da retirada de conteúdos publicitários considerados enganosos e da adoção de medidas para reforçar a proteção dos consumidores. O MP também cita uma publicação feita pela influenciadora durante a Copa do Mundo de 2026, alegando que ela divulgou uma aposta sem deixar claro que se tratava de publicidade.
A Blaze afirmou que ainda não havia sido formalmente intimada da ação, mas declarou que colaborará com as autoridades. A defesa de Virginia Fonseca também nega irregularidades. O caso ainda será analisado pela Justiça.
Fonte da matéria: g1
