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Funcionário de hidrelétrica filma fuga desesperada durante avalanche de lama no Nepal

Um funcionário de uma usina hidrelétrica localizada na fronteira entre o Nepal e o Tibete registrou, em vídeo, os momentos de pânico vividos ao lado de colegas durante a avalanche de lama que atingiu a região nesta quarta-feira (26/8). As imagens, publicadas por Vivek Shrestha no Instagram, mostram o momento em que ele e seus colegas precisam correr para o alto da montanha para escapar da enchente. Metrópoles

A cena registrada
No primeiro vídeo, Shrestha aparece inicialmente calmo, filmando a inundação enquanto ela se aproxima. Ao perceber a força incontrolável da água e o risco que corria, ele começa a correr e escalar a montanha em busca de um ponto mais alto e seguro. O funcionário postou ainda outros dois vídeos: no segundo, já em segurança, registrou o grande volume de água descendo pelo rio; no terceiro, aparece sentado com os colegas à beira do rio — que já estava praticamente sem água, com o leito coberto de lama — à espera de resgate. As imagens já foram vistas por mais de 36,6 milhões de pessoas. Metrópoles + 3

O desastre
A região onde o vídeo foi gravado conecta cidades e vilas e abriga usinas hidrelétricas, um porto e um posto fronteiriço entre o Nepal e a China, que administra o território do Tibete. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o colapso de uma geleira provocou a avalanche na quarta-feira (26/8), próxima à fronteira com o Tibete — uma hipótese que substituiu a informação inicial de que o evento teria sido causado por um terremoto. MetrópolesMetrópoles

Balanço de vítimas
O número de mortos foi atualizado nesta quinta-feira (27/8) para 332, segundo a polícia do Nepal, com mais três óbitos registrados no Tibete. Relatos de outras fontes indicam ainda um número elevado de desaparecidos, incluindo turistas estrangeiros que estavam na região a caminho do Monte Kailash, no Tibete, importante destino de peregrinação religiosa. Metrópoles

Se quiser, posso aprofundar em algum ponto específico — como o número total de desaparecidos, os países mais afetados ou o contexto geológico da tragédia.

Fonte: G1, com informações adicionais do Metrópoles e Vatican News

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